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Sesc promove debate sobre uso consciente da água com preocupação voltada para o abastecimento de Iguatu

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A preocupação com o abastecimento da cidade de Iguatu cresce entre os moradores e instituições públicas e privadas. Na manhã desta quinta-feira, 8, o Sesc promoveu um encontro com representantes da Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos (Cogerh) e do Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Iguatu.

O encontro teve como tema central ‘O uso consciente da  água’ e o objetivo foi discutir com a sociedade o risco de desabastecimento de Iguatu, caso não ocorra recarga do açude Trussu em 2019. “Essa é nossa preocupação e por isso procuramos debater o assunto para sabermos que o está sedo feito pelo poder público”, explicou o gerente da unidade do Sesc, Raimundo Neto de Carvalho.

O açude Trussu que é responsável por 80% do abastecimento de Iguatu e 100% do abastecimento de Acopiara. Atualmente o reservatório acumula 4,7%.

O gerente regional da Cogerh, Anatarino Torres, disse que o reservatório vem perdendo água desde 2011, mas que só iria secar em novembro de 2019, caso não ocorra nenhuma recarga na próxima quadra chuvosa (fevereiro a maio). “O Trussu vai chegar no início de fevereiro do próximo ano com cerca de 3%”, pontuou. “Terá condições de abastecer Iguatu e Acopiara por mais alguns meses”.

O presidente da Associação dos Criadores de Iguatu, Vandeilton Sucupira, questionou a qualidade da água. “A água já chega às casas com cheiro de lama, um pouco amarelada e não adianta ter água se não tiver qualidade”, observou.

O representante do SAAE, Mauro Sampaio, explicou que o órgão faz um esforço com uso de peróxido de oxigênio na estação de captação no Açude Trussu para melhorar a qualidade da água. “Houve um aumento de doze vezes da turbidez e cinco vezes da cor”, disse. “Estamos tratando a água e nos esforçando para manter a qualidade”.

Sampaio disse que o SAAE tem projetos para perfurar mais poços no leito do Rio Jaguaribe e na bacia da Lagoa do Julião para ampliar a oferta a partir do próximo ano, mas que depende de recursos repassados pelo governo do Estado.

 

Diário Centro Sul

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